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POSTADO EM 29 DE JUNHO DE 2020

Fórmula 1 recomeça com impasses, especulações e prejuízos

O clima de indefinição atingiu também o mercado de pilotos. O alemão Sebastian Vettel foi o protagonista ao anunciar que deixará a Ferrari no fim do ano. Ele não definiu o seu futuro, o que dá combustível para novas especulações. A mais forte delas é uma futura parceria com Lewis Hamilton na Mercedes. A saída de Vettel causou um efeito dominó. Para o seu lugar, o time italiano contratou Carlos Sainz Jr. A vaga do espanhol na McLaren será preenchida pelo australiano Daniel Ricciardo. E, para o lugar vago na Renault, Fernando Alonso passou a ser cogitado, num eventual retorno à F-1.

No mundo das equipes, a pandemia significou prejuízos, apesar da aprovação da redução do teto orçamentários dos times para 2021. Para Williams e McLaren, a medida talvez não seja suficiente para manter as contas no azul. A situação ficou tão difícil que o Grupo McLaren demitiu 1.200 funcionários e cogita vender até 30% de suas ações para levantar recursos.

Após perder seu principal patrocinador, a Williams praticamente se colocou à venda ao abrir as portas para investidores. E recebeu um empréstimo de 50 milhões de libras(R$ 325 milhões)do empresário Michael Latifi para manter as contas em dia. Ele é pai do canadense Nicholas Latifi, que estreará na F-1 pela mesma equipe.

A pandemia, na avaliação de Luciano Burti, poderá trazer aprendizados decisivos para o futuro da categoria. "A Fórmula 1 talvez terá de ver o quanto é importante uma saúde financeira para as equipes. Sem dúvida este foi um grande aprendizado", afirmou o brasileiro.

FONTE: TERRA