20. Eu preciso de um liquidificador – Graveola e o Lixo Polifônico
Graveola e o Lixo Polifônico é uma banda mineira formada em 2004 de indie rock. Definindo seu próprio som como um “barroco beat”, em “Eu preciso de um liquidificador”, eles exploram sua poesia e sua musicalidade ao máximo, mostrando o melhor da música brasileira atualmente. (Ravi Freitas)
“Desencontro” (ao vivo)
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19. Novas Lendas da Etnia Toshi Babaa – Mundo Livre S/A
O disco possui uma levada mais pop talvez uma nova aposta do grupo para atingir mais público.“Novas Lendas da Etnia Toshi Babaa” é um álbum com 11 faixas inéditas. Faixas dançantes e bem trabalhadas marcam o disco. Uma música que chama atenção é “Ela é indie” com um letra dedica para as tais garotas indie rockers. O disco não é um dos melhores do grupo por ter muitos altos e baixos, porém, vale algumas boas audições.
“Ela é indie”
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18. Acústico-Sucateiro – Apanhador Só
Emplacando os melhores lugares no ano passado, seria até convencional esperar que nesse ano os curitibanos do Apanhador Só dessem uma pausa no ritmo de shows e lançamentos. No entanto, sem perder a vontade de se desarranjar musicalmente, nesse ano, Apanhador Só nos presenteia com o belíssimo “Acústico-Sucateiro”, que não é nada mais do que novas versões para as músicas já lançadas no disco anterior, à exceção da inédita “Na Ponta Dos Pés”. A novidade, dessa vez, não ficou por conta das letras, mas das melodias. Pegando sons de telefones e máquinas de lavar, fazendo das canetas, baquetas, e outros instrumentos literalmente de sucata, todas as faixas do “Acústico-Sucateiro” ganham uma nova sonoridade e, consequentemente, um novo significado, fazendo de “Acústico-Sucateiro” um disco divertido, bonito e simples. (Jéssica Figueiredo)
“Na Ponta Dos Pés”
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17. Baixo Augusta - Cachorro Grande
Sem liberar material para gerar expectativa nos fãs e falando com muita tranquilidade da produção de um novo álbum, o lançamento de “Baixo Augusta” foi uma ótima surpresa deste ano. Desta vez, o Cachorro Grande teve carta branca de sua gravadora para produzir o que desse na telha e, saindo daquela proposta de som limpo dos Beatles ou Oasis (grandes influencias da banda), o BigDog entrou na vibe mais suja dos Rolling Stones, fazendo jus ao título do disco. Superando a má recepção que o àlbum antecessor, “Cinema”, recebeu, os caras elaboraram muito bem faixas banhadas de psicodelismo, fazendo a voz de Beto se fortalecer, com riffs fantásticos que sobressaem qualquer produção lançada este ano no rock nacional. O problema do álbum está nas composições, que não chegam a lugar nenhum, comprovando que a banda tem bons músicos, mas precisa de uma cabeça pensante mais ativa. Fora isso, é o sexto disco da banda que veio dentro das expectativas e com muita qualidade. A fotografia sensacional da capa é de Cisco Vasques, que dirigiu o clipe Mademoiselle Marchad, do Júpiter Maçã. (Flávia Tabosa)
“Tudo vai mudar”
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16. Desconocidos - Quarto Negro
Após uma longa temporada captando novas sonoridades, ares e personalidades em Barcelona, na Espanha, a banda Quarto Negro até que criou certo “movimento” em blogs acerca do lançamento do seu primeiro disco, ‘Desconocidos‘. Foi lançado até um documentário sobre a gravação do álbum. Ao todo são onze belíssimas faixas que precisam de certo tempo e contemplação para entendê-las melhor. Interessante e expansivo, o disco mostra uma boa estreia da banda que já tinha lançado três EPs.
“Vesânia II”
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15. Longe de Longe - Karina Bhur
A Karina Bhur não perdeu seu sotaque (adorável) de Recife, nem sua música perdeu as eletronices que carregava no primeiro disco, “Menti Pra Você”. Porém, dessa vez, Fernando Catatau (Cidadão Instigado) e Edgar Scandurra (“melhor guitarrista do Brasil”) são felizes em diversos momentos. Desde os dedilhadinhos delicados e sentidos do Catatau ao peso do Scandurra, o álbum inteiro passeia entre as letras descontraídas e bem mais trabalhadas e uma pluralidade de fundo musical maravilhosa. Sem gênero, rótulo e parecendo inovar a cada faixa, “Longe de Longe” é um grande álbum de uma cantora que mostrou do que é capaz. E ainda tem potencial para mostrar muito mais.
“Pra Ser Romantica”
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14. Eu Sou do Tempo Em Que a Gente se Telefonava - Blubell
A capa e o nome meio que dão uma pista da pegada retrô que Blubell escolheu adotar em seu mais recente disco. Diferente do primeiro, que foi feito sem a interferência da cantora, apenas implementando idéias de produtores, “Eu sou do tempo em que a gente se telefonava” se mostra um álbum coerente e encantador. Contando com uma abordagem jazzística e tendo sido gravado inteiramente ao vivo (em estúdio) com uma única banda, é o lançamento perfeito para aqueles que desejam conhecer um pouco mais da voz por trás da música de abertura do seriado “Aline”, da Rede Globo. (Phillipe Xavier)
“Chalala”
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13. Um Futuro Inteiro - Bonifrate
Depois de passar pela cena indie brasileira a frente do Supercordas, Bonifrate foi se arriscar com seu trabalho solo. Talvez se arriscar não seja a palavra certa, com suas lindas baladas folks e seu romantismo exarcebardo, arriscado seria ficar sem ouvir o lindo cd que é “Um Futuro Inteiro”, que além de belas músicas, tem uma bela capa. (Ravi Freitas)
“Cantiga de Fumaça” ( ao vivo)
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12. Bexiga 70 – Bexiga 70
Bexiga 70 é daquelas bandas grandes por ter 10 integrantes sendo mais um coletivo que um banda em si. A maioria dos integrante integram e fazem parte de outras bandas ou de banda de apoio de outros artistas. Esse ano causaram uma boa repercussão na critica com o lançamento do seu primeiro álbum homônimo. O disco tem uma levada bem africana com uma grande misturas de soul, jazz e afrobeat.
“Balboa da Silva”
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11. Às Vezes os Pássaros não Voam pro Mesmo Lado no Inverno – Bela Infanta (Ravi)
Em seu segundo EP, o Bela Infanta trás um instrumental bem trabalhado e bastante impressionante. Uma sonoridade que parece até soar como uma banda internacional. Porém, a voz em em português entrega a nacionalidade brasileira do grupo e ainda causa estranheza por ser um tom exótico. O som da banda é bem diferenciado do que as bandas fazem hoje em dia.
“Quando os muros se tornam estradas”
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