Como muitos já sabem, o tão falado festival ocorreu nos Estados Unidos no ano de 1969, promovendo o amor livre, a paz, o rock ‘n roll, cabelos e pêlos excessivos por todas as partes do corpo. Mas isso é o que todo mundo já sabe de cor. Agora, nós vamos contar um lado do Woodstock que poucos conhecem.
Para isto, vou contar uma historinha pra vocês:
Um belo dia, na cidade de Nova York, dois jovens se encontraram pra bater um papo e pensar num modo de ganhar dinheiro. Estes dois jovens eram John Roberts, um herdeiro de farmácias, e Joel Rosenman, um estudante de direito em Yale. Conversa vai, conversa vem, resolveram que também precisariam de mais sócios, e arranjaram mais dois: o executivo da Capitol Records, Artie Kornfeld, e o promotor de shows hippies, Michael Lang. Juntos, decidiram abrir um novo estúdio de música em Woodstock, NY. Felizmente para os quatro rapazes, o plano não deu certo, então pensaram:
“CARA, vâmo fazer um festival de música!”
E o que é melhor do que um Fe$tival de música para se ganhar dinheiro? Fácil! Um festival de três dias de ROCK ‘N ROLL, em plenos anos 60, onde os ingressos custariam U$40 por dia! Tudo que eles precisariam era de um lugar para acontecer o evento…
Os quatro rapazes chegaram à conclusão de que praticamente nenhum ser humano iria disponibilizar seu terreno pra um festival hippie que, certamente, seria insano e que teria grande chance de objetos estranhos, muitas drogas e quiçá cadáveres serem encontrados por lá. Então, eles resolveram contar uma mentirinha: falariam para os donos dos terrenos que o festival acomodaria apenas 50 mil hippies cabeludos e contentes (apesar de até então já terem vendido mais de 150 mil ingressos). E a mentira deu certo: alugaram um terreno de 600 acres. Começaram então a mover os pauzinhos e trabalhar naquele que viria a ser o maior símbolo hippie da história.
Foram três dias de muita paz, rock ’n roll e muitas dorgas (“se você se lembra do Woodstock, não estava lá”). Os jovens amantes da música, da vida, do universo e tudo o mais curtiam toda aquela vibe, delirando ao ver e ouvir ídolos como Joe Cocker, Janis Joplin e os rapazes do The Who; boquiabertos ao ouvir o hino nacional tocado numa guitarra por Jimi Hendrix, reproduzindo simultaneamente o som de bombas caindo.
E tudo foi lindo. Para os cabeludos e cabeludas, aquele festival nunca sairia de suas memórias; para os quatro organizadores, seria difícil sair de suas memórias também. Até que os efeitos colaterais apareceram:
- A estimativa que tinham de 250 mil pessoas estava errada; na verdade, o dobro do público apareceu. Os jovens passaram a quebrar, derrubar e pular as cercas do local para assistirem aos shows de graça.

- Os organizadores acabaram por gastar 2,4 milhões de dólares e arrecadar 1,1 milhão.
- Três jovens morreram: um de overdose (por essa você não esperava), um por rompimento do apêndice (rapaz sortudo) e o terceiro atropelado por um trator (!!) [Mas não fiquem tristes: nestes dias, dois hippiezinhos nasceram no festival e inúmeros outros foram concebidos, mantendo a chama da famigerada "contracultura hippie" viva até os dias de hoje, se brincar.
Quanto amor! E assim (quase) todos viveram felizes para sempre.

E agora, com vocês, aqui vai um pouco do Woodstock que todos conhecem (ou precisam conhecer antes de morrer):


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PQP GI, tu ta evoluindo de mais no texto! GOSTEI DE MAIS!
Brigada, Pedin!
É o que dá quando a gente escreve sobre aquilo que a gente gosta!
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Ê vontadezona de ir pra um festival que me deu agora…